Eles nasceram no balcão de uma loja de calçados, na cozinha de um buffet
e na recepção de uma clínica, ao lado de quem trabalha ali todo dia.
É por isso que eles falam a língua de quem usa.
Cada ofício tem uma língua. Sistema que serve a todos não fala nenhuma.
Quem vende roupa diz
grade · malinha · coleção · provador
Quem serve comida diz
ficha técnica · orçamento · praça · evento
Quem cuida de gente diz
prontuário · anamnese · protocolo · retorno
Um sistema genérico chama tudo isso de item, pedido
e cadastro. E é exatamente aí que ele para de servir.
Como nasce um Loop
Primeiro a gente trabalha junto. Depois vira produto.
Nenhum dos três foi desenhado em uma sala e vendido depois. Cada um foi
construído dentro de uma operação real, resolvendo o problema de alguém
com nome e endereço, e só virou produto quando já funcionava lá.
01
Loop StoreNasceu em uma loja de calçados
Na Zita Calçados, entre 668 peças que precisavam entrar no sistema
sem parar a venda. Coisas como malinha, grade por cor e etiqueta
impressa na hora existem porque faltaram ali, e não porque estavam
em uma lista de funcionalidades.
02
Loop PrattoNasceu em um buffet de eventos
No Haras UAI Steak, onde o orçamento de uma festa precisa saber o
custo do prato antes de a proposta sair. A ficha técnica virou o
coração do sistema porque é o coração do negócio.
03
Loop CareNasceu em uma clínica
No Instituto Calmont, onde a recepção precisa enxergar o dia
inteiro de todos os médicos em uma tela só, e onde prontuário é
dado de saúde, com todo o cuidado que isso exige.